14.2.13

“Pica no chão”, a 16 de Março, marca arranque dos principais eventos

Festa já tem comissão

 

Finalmente está constituída a comissão organizadora da Festa de Santa Helena de 2013. Passados cerca de seis meses da “nomeação” de possíveis “festeiros”, foi possível criar uma equipa de 12 voluntários disposta a assumir a difícil tarefa de realizar as festividades, tendo já iniciado o trabalho nesse sentido, começando por abrir o bar aos fins de semana, junto à capela.
O primeiro grande evento de angariação de fundos em favor da Festa é um jantar de arroz de frango “pica no chão”, no dia 16 de Março, a partir das 20h00, na sede da Junta de Freguesia da Lage.
Para o mês de abril, em dia a anunciar, está programado o primeiro “poio da vaca” deste ano no Monte de Santa Helena.
O bar está aberto aos sábados e domingos até à data da Festa em honra de Santa Helena, que se realiza no terceiro fim de semana de Agosto.
A comissão convida a uma visita ao Monte de Santa Helena e a degustar a variedade de petiscos caseiros, confecionados na hora, e ao mesmo tempo apreciar a deslumbrante vista que se obtém dos Vales do Cávado e Homem a partir do miradouro decorado com um painel de azulejos, da autoria do artista lagense Maciel Cardeira, onde estão desenhados os monumentos que daquele recinto se podem avistar: Ponte do Porto, Capela e Monte de Santo Ovídeo e Mosteiro de Rendufe, no concelho de Amares; Santuário do Alívio (Vila Verde); Castelo de Lanhoso (Póvoa de Lanhoso); Ponte de Prado (Vila Verde); Sé Catedral de Braga, Santuário do Bom Jesus e Santuário do Sameiro.

6.1.13

Celebração a 7 de janeiro

Paróquia da Lage festeja
o padroeiro São Julião

 A paróquia da Lage, arciprestado de Vila Verde, celebra esta segunda-feira, 7 de janeiro, a festa litúrgica do seu padroeiro, São Julião.

O programa religioso compreende duas missas, a primeira às 16h00, destinada sobretudo às pessoas de mais idade, e a segunda às 20h30, concelebrada pelo padre Constantino Vilela de Sousa e pelo pregador, no encerramento do Lausperene.

O mártir Julião viveu no século III, em Antioquia, e dedicou a sua vida, em colaboração com Basilissa (sua esposa), à assistência aos pobres e necessitados, chegando mesmo a transformar a sua casa num hospício. Demonstrou dedicação pelos assuntos da Igreja, o que poderá ter provocado desaprovação por todos os que eram considerados pagãos na época. Esse mesmo sentimento deverá ter levado Marciano, um governador da Antioquia, a prendê-lo e puni-lo, sendo a sua sentença percorrer as ruas da cidade amarrado, como forma de mostrar a punição exercida sobre os cristãos. Manteve-se fiel à sua fé cristã e aos seus princípios, o que levou à continuidade das respectivas torturas, causa da sua morte.

1.º porco no espeto e feira tradicional - 2011

fogo de artifício